Resenha Financeira de 22 a 26 de Agosto

Boa semana Investidores,

Terminou oficialmente a Olimpíada Rio 2016 e delação da OAS pode envolver Lula e ministro do STF.

O Brasil terminou a Olimpíada em 13º lugar no quadro de medalhas, abaixo da meta de ficar entre os dez melhores países. Ainda assim, foi um recorde histórico e com toda certeza o evento foi considerado um sucesso.

A semana será marcada pelo início do julgamento final de Dilma Rousseff. Após três meses e 13 dias afastada do cargo, o Senado começa nesta 5ª a finalizar o processo de impeachment.

E na Lava Jato ? Delação de Léo Pinheiro, da OAS, poderá envolver Lula e o ministro do STF, Dias Toffoli.

E o Dólar ? Banco Central mantém a intervenção de até 10 mil contratos de swap cambial reverso, o mesmo patamar ofertado na última 6ª. Na última sessão, o dólar voltou a se enfraquecer, após dias de 15 mil contratos ofertados pela instituição. Tentando reduzir importância de tais intervenções na direção do câmbio, no final de semana, em entrevista à Veja, Meirelles reiterou que o câmbio tem regime flutuante.

Em reunião com o presidente interino Michel Temer e outros membros da equipe econômica e líderes parlamentares, Meirelles comentou que o governo apresentará hoje (segunda feira) o projeto de Lei Orçamentaria Anual de 2017 ao Congresso Nacional, projeto que define um déficit de R$ 139 bilhões como meta. O ministro acredita que a meta pode ser alcançada sem aumento de impostos, mas reafirmou que a posição pode ser alterada.
 

Na agenda macro.

Relatório Focus foi divulgado: o mercado revisou para baixo a inflação de 2017, de 5,14% para 5,12%, diante de um BC que não sinaliza queda de juros neste momento.
O câmbio previsto também recuou para o final de 2017, de R$3,50 para R$3,45.

No exterior, investidores ainda atentos às sinalizações do Fed. Fischer destaca avanços recentes da economia americana. Dólar volta a se fortalecer, e Petróleo a cair.

Diante a fraqueza do petróleo e a cautela com os próximos passos do Fed, as bolsas na Europa voltam a perder forças, sem destaques na agenda macro do continente. Entre as bolsas, destaque negativo para o índice da Alemanha, que recuava 0,84%.

E hoje também é dia de agenda macro nos EUA.
 

Em suma, acreditamos que os mercados locais podem seguir movimentos do exterior, com pressões de baixa em bolsa, e de alta em dólar e juros. 

Sobre o fechamento do último pregão:

Ibovespa: +0,11%, aos 59.099 pontos;

Dólar Comercial: -0,95%, cotado a R$3,2061;

DI Jan/19 recuou de 12,18% para 12,12%.

Fabiano Gonçalves .´.
G7 Capital – Business & Investments
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Sobre André Luiz Badaró

Diretor Executivo e Jornalista Responsável