Resenha Financeira.

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Os mercados americanos voltaram a operar depois do feriado. Por enquanto, ativos de risco lá fora seguem apresentando bom desempenho. Bolsas em alta, e dólar mais fraco, por causa das menores preocupações sobre possível alta de juros por parte do Fed, ao menos no curtíssimo prazo, todo esse panorama contribui para estes movimentos.

Na agenda macro de hoje: sairá o índice ISM sobre o setor de serviços dos EUA, referente ao mês de agosto.  À noite, J. Williams, do Fed de S. Francisco, fará discurso.

Mais cedo, saiu o PIB do 2º tri na zona do euro: ficou em linha com o esperado pelo mercado (+0,3% T/T e +1,6% A/A).

Mercados acionários: na Ásia, índices Nikkei (Japão) e Shanghai (China) avançaram; na Europa, as bolsas operam no azul, com a exceção do índice britânico FSTE 100, que recua e os índices futuros americanos sinalizam boa abertura para esta sessão.

O petróleo recua, após a pequena alta de ontem.

Desta vez, as cotações caem, sem qualquer ação prática neste sentido entre Arábia Saudita e Rússia.

Front doméstico.

O BC divulgou a ata do último Copom. Esse documento deve mexer com o mercado, dada a proximidade do ciclo de queda de juros, e o tom marginalmente mais brando da instituição.

Ainda sobre o Banco Central. Serão ofertados até 10 mil contratos de swap cambial reverso. Mais da agenda macro, dados da Anfavea sobre produção de veículos em agosto, serão divulgados.

Mais noticiário macro. Emendas da PEC 241 que trata do limite das despesas do governo foram apresentadas na Comissão Especial da Câmara Federal. Base governista, segundo os jornais, quer flexibilizar as restrições sobre gastos com saúde e educação.

Resumindo, o cenário externo deve ser importante para os mercados locais, nesta retomada de trabalhos nos EUA. Aqui, a bolsa tende a subir, em linha com seus pares no exterior, enquanto juros e dólar podem ser pressionados para baixo. O quadro para ativos de risco ainda é favorável. 

Fechamento do último pregão:

Ibovespa: -0,08%, aos 59.566 pontos;

Dólar Comercial: +0,89%, cotado a R$3,2813;

DI Jan/19 avançou de 1194% para 11,96%.

Fabiano Gonçalves .´.
G7 Capital – Business & Investments
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Sobre André Luiz Badaró

Diretor Executivo e Jornalista Responsável